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Instalação, Manutenção, Inspeção e Vistoria Técnica com ART no Para-raio

O QUE SÃO OS PARA-RAIOS?
Os para raios são acessórios que interceptam a corrente elétrica atmosférica e as conduz de forma segura para o solo.

Analogamente os para raios são como os telhados das casas que conduzem a água para as calhas que por sua vez também as conduz para os esgotos para evitar inundações, protegendo dessa forma os objetos e pessoas dento do local.

COMO FUNCIONAM OS PARA-RAIOS?
Os para raios são compostos por sistema de captação, sistema de descidas, sistemas de aterramentos e funcionam da seguinte forma: - O sistema de captação dos para raios, como o próprio nome diz tem a função de captar (interceptar) a corrente elétrica atmosférica (raios) e conduzi-la para os sistemas de descidas que distribuem a corrente elétrica e as envia para os sistemas de aterramento que irá se encarregar de dissipá-la no solo de forma segura.

QUAIS OS TIPOS DE PARA-RAIOS EXISTENTES?
Gaiola de faraday
Captor franklin sobre mastro
Captor franklin sobre postes
Estrutural

QUAL O MELHOR MODELO DE PARA-RAIOS?
O melhor modelo de para raios é aquele que irá atender da melhor forma as suas necessidades de proteção, e que será determinada através de levantamento e estudo de necessidades, podendo ser adotado um modelo único ou a combinação de todos eles.

COMO SABER SE PRECISO DE UM PARA-RAIOS?
Para saber se você precisa ou não de um para raios, basta calcular o valor de todos os aparelhos elétricos e eletrônicos que você possui e se perguntar: "Quanto me custaria para consertar ou até comprar todos eles novamente e qual seria o prejuízo financeiro indireto causado pela paralisação de tais equipamentos", se a resposta lhe preocupar, significa que você é um candidato a possuir um para raios, lembrando que seus equipamentos não estarão protegidos mesmo com este acessório se os efeitos dos raios vierem pela rede elétrica externa, TV a cabo ou sistema de telefonia.

QUAL O MELHOR PARA-RAIOS PARA MINHAS NECESSIDADES?
Esta resposta será dada através da análise dos dados do levantamento feito sobre o tipo de imóvel ou local a proteger sua estrutura.

MINHA INSTALAÇÃO DE PARA-RAIOS ESTÁ CORRETA?
Para isso é necessário ter um laudo de para raios contendo os resultados das medições ôhmicas dos aterramentos dentro dos padrões da norma atual, descrição do modelo instalado, assinado por engenheiro eletricista com ART recolhida e cópia da documentação do CREA do profissional.

QUAL O PRAZO PARA A MANUTENÇÃO NOS PARA-RAIOS?
O prazo de manutenção é relativo ao local da instalação, tipo de solo e materiais utilizados nas instalações, como exemplo podemos citar os para raios instalados nas cidades litorâneas que terão seus componentes em contato com a maresia e a salinidade que irão agredir os componentes reduzindo o tempo de vida util.

HÁ LEIS QUE DETERMINAM O USO DE PARA-RAIOS?
Sim há municípios que possuem leis próprias sobre para raios que determinam o uso em edificações residenciais acima de 3 andares, e há outros que não, porém para efeito de imóveis utilizados por empresas, industrias e comércios no modo geral prevalece a determinação do ministério do trabalho através da norma NR10.

QUAIS AS VANTAGENS EM SE TER PARA-RAIOS?
Entre as vantagens dos para-raios, a mais importante talvez seja a tranquilidade nos dias de forte chuvas.

COMO INSTALAR ADEQUADAMENTE OS PARA-RAIOS?
Em primeiro lugar entre em contato com uma empresa especializada ou profissional de sua confiança e solicite um levantamento no local do seu imóvel. Peça proposta comercial que lhe dê opção entre os materiais que podem ser utilizados, pois eles influenciarão no prazo de manutenção e no preço da instalação.

Assim que for concluída a instalação dos para raios, acompanhe pessoalmente a leitura dos aterramentos e solicite os seguintes documentos: Laudo assinado pelo engenheiro responsável, cópia da carteira do CREA deste profissional e ART recolhida.

O QUE É O LAUDO DE PARA-RAIOS?
É documento que descreve o tipo de sistema de para raios instalado na edificação, bem como, os resultados das leituras dos sistemas de aterramentos, e tem validade jurídica no caso de algum acidente ocorrer.

COMO OS RAIOS PODEM CHEGAR ATÉ MIM?
Os raios podem chegar até nós por meio dos equipamentos ligados a tomadas elétricas, linhas telefônicas, antenas parabólicas, tv a cabo, diretamente na estrutura do imóvel ou pelo solo.

*Medição de aterramento - são feitas medições para se verificar a eficiência da resistência do aterramento.

*Tratamento de solo - Consiste em aplicação de produtos químicos que reduzem a resistência do solo para que o aterramento possa fazer a dissipação das descargas elétricas.

*Montagem e manutenção de para-raios - É um trabalho que a Protege faz obedecendo todas as normas técnicas vigentes para oferecer o que há de melhor em termos de proteção contra descargas atmosféricas.

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Instalação, Manutenção, Inspeção e Vistoria Técnica com ART na Iluminação de Emergência

Quando o incêndio ocorre em um edifício, a dificuldade da visibilidade em corredores, escadas e passagens pode significar a diferença entre uma evacuação ordenada e o caos, a diferença entre a vida e a morte. A história mostra que, nos casos de incêndio em edificações, o número de vítimas que sucumbiram em virtude de não conseguirem sair do edifício, em razão da dificuldade de enxergar as saídas, é significativo.

O sistema de iluminação de emergência complementa a viabilidade da saída dos ocupantes do edifício, portanto não pode ser concebido isoladamente dos de­mais sistemas de segurança da edificação. é preferível que esta iluminação seja feita mediante luminárias instaladas próximo ao piso, pois assim corre-se menos risco de vê-las obscurecidas pela fumaça. De forma alternativa, a luminária de­ve estar abaixo da altura máxima do escape natural da fumaça.

Um sistema de iluminação de emergência bem dimensionado utiliza uma fonte de energia independentemente da fonte normal de alimentação do edifício, que mantém a iluminação necessária de forma automática, em caso de interrupção da fonte de energia normal, em consequência de qualquer falha. A entrada automática do sistema de iluminação de emergência deve realizar-se em qualquer caso de falha da alimentação principal, por abertura do disjuntor, fusível ou qualquer manobra que interrompa o sistema normal de iluminação.

A viabilidade da iluminação das rotas de fuga é muito importante. Lanternas portáteis não são utilizadas habitualmente como fonte de iluminação normal das saídas, porém podem ser utilizadas como fonte de emergência respeitando-se as restrições impostas pelas normas.

Os materiais luminescentes, fluorescentes ou refletivos não podem ser substitutos de uma iluminação de emergência, já que não podem fornecer a intensidade luminosa suficiente. Entretanto, o uso de materiais desta natureza contribui para a sinalização das rotas de fuga ou até permitem a iluminação, mesmo que deficiente em certos ambientes que exigem a iluminação ininterrupta. Exemplo de tal situação seria a pintura de teto em uma sala de UTI. O sistema de iluminação de emergência deve ter autonomia adequada às exigências de segurança ao uso do edifício.

O conteúdo técnico deste artigo consiste no extrato das disposições da NBR 10898 - Sistema de Iluminação de E­mergência, exposto de forma simples, buscando apresentar os conceitos básicos de um sistema de iluminação de emergência. Para a elaboração de um projeto de iluminação de emergência e a devida instalação com todas as suas peculiaridades, a norma deve ser consultada.

Fonte: Revista Emergência
* Este artigo foi publicado originalmente no livro "A Segurança Contra Incêndio no Brasil", com o título "Iluminação de Emergência".
Autores: Carlos Henrique de Araújo e Acácio Tarcisio Guberovic

Instalação, Manutenção, Inspeção e Vistoria Técnica com ART na Detecção e Alarme de Incêndio

Um sistema de alarme de incêndio possui três elementos básicos dentro do conceito operacional do sistema, que podemos descrevê-los como detecção, processamento e aviso.

O primeiro elemento (detecção) é a parte do sistema que “percebe” (detecta) o incêndio. Aqui podemos chamá-los de sensores (Detector de Fumaça, Calor, Chama, Gás, etc...) ou dispositivos de acionamento manual (Botoeiras).

O segundo elemento envolve o processamento do sinal dos diversos tipos de detectores de incêndio ou acionadores manuais, que enviam o sinal de detecção de incêndio do local do fogo até um painel (Central de Incêndio).

Por último, a Central de Incêndio ativa o aviso por meio de sinalização visual e/ou sonora (Sirenes, Estrobos, etc...), com o objetivo de alertar os ocupantes e também acionar dispositivos auxiliares para operação de outros sistemas (Abertura de Portas, Sistemas de Alarme, etc...) como por exemplo:

Sinalização Visual e/ou Sonora:
Acionar Sinais Sonoros (Sirenes, Buzzers, etc...)
Acionar sinais luminosos (Estrobos, Lâmpadas, Leds, etc...)

Sinalização com Dispositivos Específicos :
Acionar Sistema de Controle de Fumaça
Acionar Pressurização das Escadas
Acionar Válvulas de Jatos D’água (Sprinklers)
Acionar Abertura e Fechamento de Portas
Acionar Elevadores ao Piso de Descarga

Sinalização com Integração com Equipamentos :
Acionar Zonas de Centrais de Alarme
Acionar Comunicação TCP/IP (Módulos de Transmissão Próprios do Fabricante da Central)

A detecção de um incêndio ocorre por intermédio dos fenômenos físicos primários e secundários de uma combustão.

Tipos de Fenômenos Físicos Primários:
A radiação (visível e invisível) da chama aberta
A variação de temperatura do ambiente devido a um incêndio

Tipos de Fenômenos Físicos Secundários:
A produção de fumaça
A produção de fuligem

Detectores
Os detectores são projetados para agirem em pontos estratégicos, fixos, com abrangência de uma área de atuação predeterminada. O detector é um ponto fixo e imóvel dentro dessa área.
A fumaça ou calor produzido no ambiente deverá passar por ele para sensibilizá-lo. Caso exista uma corrente de ar no local (ar-condicionado por exemplo), pode haver um deslocamento contrário da fumaça ou do calor em sentido oposto ao detector, assim não ficará sensibilizado e o alarme não se produzirá no tempo esperado.

Acionadores Manuais
São dispositivos usados para iniciar o alarme de forma manual. Devem ser instalados em locais de trânsito de pessoas (halls, corredores, junto às saídas de ambientes, circulações em geral), de forma a facilitar sua localização e acionamento. Os acionadores manuais devem conter instruções de operação impressas em português no próprio corpo, de forma clara e em lugar facilmente encontrado.

Instalação, Manutenção, Inspeção e Vistoria Técnica com ART de Eletrobombas e Central de Gás

A BRASAS fornece experiência na concepção, fornecimento, instalação e manutenção de bombeamento e sistema de filtragem de água e central de gás.

Atendemos instalações domésticas, rurais, industriais, comerciais e desportivas.

Oferecemos equipamentos de qualidade de marcas líderes do mercado.

Garanta na BRASAS os melhores benefícios para seu sistema de bombeamento de água e central de gás.


Instalação, Manutenção, Inspeção, Vistoria Técnica, Venda e recarga de Extintores de Incêndio

São aparelhos portáteis ou carroçáveis que servem para extinguir princípios de incêndio. Os extintores devem estar em local bem visível e de fácil acesso. O treinamento sobre o emprego correto do extintor é parte eficaz contra incêndio. Os extintores não são automáticos ou auto ativados, se o incêndio começa eles continuam pendurados, inertes no lugar e nada acontece, pois são as mãos humanas que, precisam levá-los ao lugar necessário, apontá-los corretamente, ativá-los de modo a extinguir as chamas.

EXTINTOR DE ÁGUA PRESSURIZADA:
Combate princípios de incêndios de classe ª extingue o fogo por resfriamento, não dever ser usado em aparelhos elétricos energizados.
Modo de Usar: Transportá-lo até as proximidades do fogo, soltar a trava de segurança e apontar o mangotinho para a base do fogo apertando o gatilho.

EXTINTOR DE GÁS CARBÔNICO:
Pode ser usado em incêndios de classe A, B e C, é mais indicado para equipamentos elétricos energizados.
Modo de Usar: Transportá-lo até as proximidades do fogo, retirar o pino de segurança, apontar o difusor para a base da chama e apertar o gatilho, movimentar o difusor de um lado para o outro.

EXTINTOR DE PÓ QUÍMICO SECO:
1º) Pó Químico Pressurizado: pode haver perda de carga devido a petrificação do pó.
2º) Pó Químico Especial: usado para incêndios em classe D.

Os extintores de pó químico seco podem ser usados em todas as classes de incêndios, não devem ser usados em centrais telefônicas ou computadores porque deixam resíduos. Não tem boa atuação nos incêndios da classe A e é preciso completar a extinção jogando água.

Modo de Usar: Transportá-lo até as proximidades do fogo, soltar a trava de segurança, apontar o difusor para a base do mesmo e apertar o gatilho, fazer movimentos de um lado para o outro o fogo é preciso de combustível, o oxigênio e o calor ativam a combustão.

Em sua simplicidade, os extintores de incêndio removem um dos elementos, sendo refrigerando o combustível ardente, ou removendo e deslocando o oxigênio circunvizinho.

Os extintores são de água pressurizada, pó químico e gás carbônico. Retirando o lacre de segurança e comprimindo a alavanca na parte superior do cilindro, o material interno é liberado em grandes quantidades elevadas por pressão.

Como funcionam?
Em sua parte superior, há um cilindro menor preenchido com gás comprimido. Uma válvula de liberação atua como mecanismo de travamento e impede que este gás escape. Quando puxa-se o lacre de segurança, e aperta-se a alavanca, esta empurra uma haste de impulso que libera a passagem do material interior (agua ou pó químico ou co2). A cada vez aperta-se a alavanca, quantidades de material são despejados na direção desejada.

A melhor maneira de se apagar o incêndio é direcionar o jato ao combustível em chamas, e não a chama em si.

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INSTALAÇÃO, INSPEÇÃO, VENDA E TESTE PNEUMÁTICO NAS MANGUEIRAS DE INCÊNCIO

Todas mangueiras contra incêndio obrigatoriamente devem estar rigorosamente em conformidade com a norma brasileira ABNT – NBR 11861 e deve ter o certificado da marca de conformidade.

As mangueiras contra incêndio são fabricadas nos diâmetros 1.1/2” e 2.1/2” polegadas.

Mangueiras contra incêndio são itens mais utilizados para o combate às chamas de maneira imediata e eficaz.

É por meio das mangueiras contra incêndio que se faz o transporte de água até o foco de incêndio, daí a necessidade de equipamentos de qualidade.

Pensando nisso, nós fornecemos ao mercado mangueiras contra incêndio produzidas sob rigoroso padrão e inspeção.

Mangueiras contra incêndio são indispensáveis em qualquer edificação de médio e grande porte.

A BRASAS atuante no mercado há mais de uma década, oferece cinco tipos de mangueiras contra incêndio.

Podendo ser classificada como tipo 1, 2, 3, 4 e 5 as mangueiras contra incêndio são confeccionadas na cor branca, revestida externamente com reforço têxtil de alta tenacidade, tecido totalmente em fio de poliéster tipo tela. Internamente, as mangueiras tipos I, II e III são compostas por tubo de borracha sintética na cor preta.

A classificação das mangueiras contra incêndio existem, pois, dependendo do local a ser aplicada, a pressão de trabalho pode alcançar níveis que variam de 10 kgf/cm² a 14 kgf/cm².

As mangueiras contra incêndio tipo I são indicadas para uso em prédios residenciais e as de tipos II e III, para estabelecimentos comerciais, indústrias e o Corpo de Bombeiros.

Há ainda, os modelos de mangueiras contra incêndio distribuídos pela Fire incêndio que são para usos mais específicos, ou seja, mangueiras com maior resistência a abrasão. O fornecimento de mangueiras contra incêndio tipos IV e V é destinado à área naval, ao próprio Corpo de Bombeiros e aos grandes parques industriais. A mangueira tipo IV é fabricada na cor vermelha, com reforço têxtil confeccionado em 100% fio poliéster. Externamente, possui reforço com mistura de PVC e borracha nitrílica e internamente, feita de tubo de borracha sintética preta. No caso das mangueiras contra incêndio tipo V, o revestimento externo é preto e possui reforço de fio sintético de alta tenacidade. A composição interna é a mesma do tipo IV. As mangueiras contra incêndio tipos IV e V são mais resistentes a perfurações, cortes e outros fatores abrasivos, sendo utilizadas em casos de incêndio de grandes proporções.

Instalação, Manutenção, Inspeção e Vistoria Técnica nas Portas Corta-fogo

PORQUE CONTRATAR A BRASAS?
Contamos com uma equipe de Engenheiros e Técnicos especializados com grande experiência. Somos caracterizados pela diversidade de projetos que executamos.

Garantia e Certificação
Produtos seguindo os padrões das normas ABNT com 5 Anos de Garantia. Emitimos laudos de Certificação em todos os projetos que executamos.

Segurança
Fornecemos Certificado de Garantia, Laudo de Avaliação e Atestado Técnico.

Responsabilidade
Empresa com tradição em serviços prestados em todos os tipos de Porta Corta Fogo.

- NOSSOS DIFERENCIAIS

Instalação
Especializada em instalação e manutenção de portas e acessórios corta fogo. Também fazemos serviços de pintura e alvenaria.

Manutenção Preventiva e Corretiva
Acessórios e Portas Corta Fogo devem receber manutenção por equipe especializada a cada 6 meses.

Consultoria e Laudo Técnico
Avaliação e consultoria por equipe técnica sem custo. Entre em contato e solicite uma avaliação.


Instalação, Manutenção, Inspeção e Vistoria Técnica com ART nas Caixas de Incêndio

A caixa de mangueira de incêndio é o equipamento que abriga todos os materiais relativos ao sistema de hidrante. Em sua parte interna, a caixa de mangueira de incêndio possui um cesto em formato meia-lua ou basculante para o apoio das mangueiras. A BRASAS comercializa a caixa de mangueira de incêndio dentro de completa linha de produtos de prevenção e combate ao fogo. A atuação da empresa, sobretudo quanto aos sistemas de hidrante e venda de caixa de mangueira de incêndio é reconhecida pela qualidade e comprometimento com o cliente e com o serviço a ser prestado.

Quanto ao uso e instalação, caixa de mangueira de incêndio deve estar instalada a mais de 5 metros da porta de acesso da área a ser protegida, para a mangueira ter distância para se esticar. Outra característica da caixa de mangueira de incêndio é possuir lacre na porta de modo a evitar rupturas indevidas e ao mesmo tempo, ser de fácil rompimento manual para uso emergencial. A caixa de mangueira de incêndio ainda pode ser munida de alerta por monitoramento eletrônico. De acordo com as normas regulatórias na instalação e uso da caixa de mangueira de incêndio, quando colocada em garagens, fábricas, depósitos e outros locais por onde há circulação de mercadorias, é necessário que o abrigo seja sinalizado no chão por meio da pintura de um quadrado de um metro de lado e 15 cm de moldura amarela, preenchido de vermelho internamente.

A disposição da caixa de mangueira de incêndio deve ser cuidadosamente calculada no ambiente, já que não pode atrapalhar acessos de entrada e saída de rampas, garagens, escadas, estacionamentos e a própria circulação de pessoas. As mangueiras ficam guardadas dentro da caixa de mangueira de incêndio enroladas quando semirrígidas ou em zigue-zague. Vários são os tipos de mangueiras abrigadas na caixa de mangueira de incêndio disposta em muitos edifícios. Vale citar a mangueira predial tipo I, revestida em material têxtil na cor branca e usada em edifícios residenciais. Há ainda as mangueiras industriais tipo II e capa dupla tipo III, utilizadas diretamente pelos bombeiros, e que também ficam guardadas na caixa de mangueira de incêndio instaladas em indústrias, depósitos, prédios comerciais e áreas de maior abrasão, além do próprio Corpo de Bombeiros. A caixa de mangueira de incêndio é equipamento fundamental na montagem de projeto contra incêndio, no sentido de assegurar a preservação e a disposição correta dos materiais.

Instalação, Inspeção e Vistoria Técnica de Antiderrapante e outros

A BRASAS oferece os serviços de instalação das faixas, pois as faixas antiderrapantes são uma pefeita solução para os problemas de escorregamento em locais muito lisos ou úmidos. As faixas antiderrapantes são de efeito duradouro, ideal para escadas e pisos escorregadios, amplamente utilizada em diversos locais como condomínios, hotéis, restaurantes, bancos, shoppings, hospitais, nas mais variadas industrias, entre outros.

A finalidade da fita antiderrapante é evitar acidentes em escadas, rampas e outros pisos escorregadios. As fitas antiderrapantes podem ser refletivas, fotoluminescentes, zebradas, emborrachadas, coloridas, transparentes, à prova d'água, entre outros modelos. Trata-se de um sistema composto por resina epóxi de alta resistência física e química e partículas minerais de alta abrasividade. Além disto, as faixas antiderrapantes possuem alto poder de ancoragem, em qualquer tipo de piso. Com as faixas antiderrapantes da BRASAS, sua empresa poderá se adequar às normas municipais que dispõem sobre a obrigatoriedade de aplicação de materiais antiderrapantes em escadas, rampas ou corredores de acesso que possuam tal demanda.

Instalação, Manutenção, Inspeção e Vistoria Técnica de Sinalização Fotoluminescente

A BRASAS oferece uma linha completa de placas fotoluminescentes com as simbologias normatizadas para orientação de saída de emergência (rota de fuga) e sinalização para equipamentos de combate a incêndio. São diversas opções de símbolos, com diferentes materiais e tamanhos.

Todas as placas fotoluminescentes BRASAS estão em conformidade à Legislação Brasileira, possuem resultados superiores aos exigidos pela ABNT NBR 13434 e são certificadas pela Lloyds Register.

Instalação, Manutenção, Inspeção e Vistoria Técnica com ART de Rede de Sistema Hidráulico Preventivo (hidrante)

Dispomos dos seguintes serviços:
SISTEMA DE HIDRANTES OU DE MANGOTINHOS:

Sistema de combate a incêndio composto por reserva de incêndio, bombas de incêndio (quando necessário), rede de tubulação, hidrantes ou Mangotinhos e outros acessórios descritos em Norma;

HIDRANTE:
Ponto de tomada de água onde há uma (simples) ou duas (duplo) saídas contendo válvulas angulares com seus respectivos adaptadores, tampões, mangueiras de incêndio e demais acessórios;

ABRIGO:
Compartimento, embutido ou aparente, dotado de porta, destinado a armazenar mangueiras, esguichos, carretéis e outros equipamentos de combate a incêndio, capaz de proteger contra intempéries e danos diversos;

DISPOSITIVO DE RECALQUE:
Dispositivo para uso do Corpo de Bombeiros, que permite o recalque de água para o sistema, podendo ser dentro da propriedade quando o acesso do Corpo de Bombeiros estiver garantido.

MANGOTINHOS:
Ponto de tomada de água onde há uma (simples) saída contendo válvula de abertura rápida, adaptador (se necessário), mangueira semirrígida, esguicho regulável e demais acessórios.

RESERVA TÉCNICA DE INCÊNDIO (R.T.I.):
Volume de água destinado exclusivamente ao combate a incêndio.

ESGUICHO:
Dispositivo adaptado na extremidade das mangueiras, destinado a dar forma, direção e controle ao jato, podendo ser do tipo regulável (neblina ou compacto) ou de jato compacto.

VÁLVULA:
Acessório de tubulação destinado a controlar ou bloquear o fluxo de água no interior das tubulações.

BOMBA PRINCIPAL:
Bomba hidráulica centrífuga destinada a recalcar água para os sistemas de combate a incêndio.

BOMBA DE PRESSURIZAÇÃO (JOCKEY):
Bomba hidráulica centrífuga destinada a manter o sistema pressurizado em uma faixa preestabelecida.

BOMBA DE REFORÇO:
Bomba hidráulica centrífuga destinada a fornecer água aos hidrantes ou mangotinhos mais desfavoráveis hidraulicamente, quando estes não puderem ser abastecidos somente pelo reservatório elevado.

ENSAIO DE ESTANQUEIDADE:
O sistema deve ser ensaiado sob pressão hidrostática equivalente a 1,5 vez a pressão máxima de trabalho, ou 1 500 kPa no mínimo, durante 2h.

MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA – PLANTÃO 24H:
Técnico gasista qualificado para execução de pequenos reparos visíveis nos acessórios da instalação.

ART – ANOTAÇÃO RESP. TÉCNICA:
Profissional habilitado “Engenheiro” devidamente credenciado para fiscalização dos serviços ora contratados.

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